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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Parte dos Fundos DI sequer ganha da poupança

A velha e boa caderneta de poupança está sob fogo cerrado. As críticas sobre esse tradicional investimento se acumulam a cada dia. Não é por menos, com a elevação da taxa Selic para 11% ao ano, muitos investimentos de baixo risco vem conquistando espaço nos corações e bolsos dos investidores brasileiros.

Boa parte das críticas é válida. A poupança de fato vem rendendo muito, muito pouco. Mas não é todo e qualquer investimento que o supera. Vamos apresentar neste artigo uma comparação da poupança com os fundos DI, que são os produtos de investimento que mais se aproximam das características da poupança.

Cálculo da poupança

Para os depósitos realizados até o dia 4 de maio de 2012, a rentabilidade da poupança será igual a 0,50% ao mês acrescidos da variação da Taxa Referencial (TR). Já os depósitos realizados após o dia 12 de maio de 2012 seguem a seguinte regra: a poupança renderá 70% do valor da Taxa Selic, limitados a 0,50% ao mês, acrescidos da variação da TR. Para calcular o valor da rentabilidade da poupança, utilize nossa Calculadora Rentabilidade da Poupança.

Atualmente, a taxa Selic está fixada em 11% ao ano. Ou seja, a poupança renderá 0,50% ao mês. Com a TR variando em torno de 0,05% ao mês, temos uma rentabilidade próxima a 0,55% ao mês (em torno de 7.44% ao ano).

Cuidado com a taxa de administração dos Fundos DI

O passo natural para quem quer alto além da poupança, são os fundos de investimento referenciados DI (ou simplesmente Fundos DI). Tal classe de fundos costumam ter baixíssimo risco e um retorno bruto próximo à variação do DI, que por sua vez tem um retorno muito semelhante à variação da taxa Selic. Porém, diferentemente da poupança, os ganhos de rendimento são tributados pelo imposto de renda (IR), com alíquotas que variam de 22.50% a 15%. Para saber um pouco mais sobre a tributação dos Fundos DI, leia nosso artigo Tributação de investimentos: fundos de investimento em renda fixa.

Além da tributação pelo imposto de renda, é descontado da rentabilidade dos Fundos DI a taxa de administração, que nada mais é do que a remuneração do gestor do fundo. Tal taxa é cobrada sobre o patrimônio administrado. Portanto, ao investir em um Fundo DI, procure os fundos com a menor taxa de administração possível.

Para demonstrar a importância da taxa de administração, elaboramos a tabela abaixo, onde apresentamos a rentabilidade esperada para a poupança e para um Fundo DI (líquida de IR), ao longo de 6 meses, 1 ano, 2 anos, 3 anos, 4 anos e, por fim 5 anos. Na elaboração da tabela, utilizamos a rentabilidade atual da poupança, em torno de 0,55% ao mês, e a rentabilidade do DI, atualmente em 10,80% ao ano.

Poupança
Meses
6 meses
1 ano
2 anos
3 anos
4 anos
5 anos
retorno
3,35%
6,80%
14,07%
21,83%
30,12%
38,97%
Fundo Referenciado DI
tx. Adm
6 meses
1 ano
2 anos
3 anos
4 anos
5 anos
1,50%
3,52%
7,44%
16,06%
25,99%
36,31%
47,59%
1,75%
3,43%
7,24%
15,61%
25,23%
35,20%
46,08%
2,00%
3,34%
7,04%
15,16%
24,47%
34,11%
44,59%
2,25%
3,25%
6,84%
14,71%
23,72%
33,02%
43,11%
2,50%
3,15%
6,64%
14,26%
22,97%
31,93%
41,64%
2,75%
3,06%
6,44%
13,82%
22,22%
30,86%
40,18%
3,00%
2,97%
6,24%
13,37%
21,48%
29,79%
38,74%
3,25%
2,87%
6,04%
12,93%
20,74%
28,73%
37,31%
3,50%
2,78%
5,84%
12,48%
20,01%
27,67%
35,90%

Como podemos ver, os Fundos DI com taxa de administração iguais ou superiores a 3% ao ano são, apresentam uma rentabilidade inferior à rentabilidade da poupança, independentemente do horizonte de investimento. Já os Fundos DI com taxa de administração iguais ou inferiores a 1,75% ao ano apresentam retornos superiores ao retorno da poupança. Os Fundos DI com taxa de administração entre 1.75% ao ano e 3% ao ano apresentam rentabilidade ora superior à rentabilidade da poupança, ora inferiores, dependendo do prazo de investimento.

Portanto, cuidado com a taxa de administração do Fundo DI!

Comparador de Fundos

A revista Exame.com disponibiliza em seu site uma excelente ferramenta, o Comparador de Fundos. Através dessa ferramenta é possível comparar, entre outros, os Fundos DI. O Comparador de Fundos foi feito em parceria com o sistema de informações financeiras Comdinheiro (comdinheiro.com.br). Use e abuse da ferramenta para encontrar um Fundo DI que atenda às suas expectativas, seja no seu atual banco, ou em outra instituição que faça mais pelo seu dinheiro. Para acessar o Comparador de Fundos, clique aqui.

Outros investimentos de baixo risco

Existem também outros investimentos com baixo risco e liquidez, que podem eventualmente substituir a velha poupança, por serem de baixo risco e fácil compreensão. Entre eles destacamos: os fundos de investimento referenciados DI, os Certificados de Depósito Bancário (CDB), Letras Financeiras do Tesouro (LFT), as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e as Letras do Crédito do Agronegócio (LCA).

Para conferir qual dos investimentos acima rende mais, verifique nossa Calculadora Poupança X Fundo DI X CDB X Tesouro Direto X LCI/LCA.

Mas antes de resgatar sua poupança, saiba os riscos de se investir em CDBs, especialmente aqueles oferecidos por bancos de pequeno e médio porte, que geralmente oferecem retornos mais atrativos (aqui), 

Caso você se interessou pelas LCI ou LCA, saiba quais são as vantagens e riscos envolvidos na aquisição de tais títulos (aqui).

Artigo escrito por Flávio Girão Guimarães.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

A poupança é um bom investimento?

Depende. Como qualquer investimento, a poupança tem qualidades e defeitos, mas, em hipótese alguma, deve ser desprezada. Para quem não a conhece sua história, a poupança é uma das modalidades de investimento mais antigas existente no Brasil. Para se ter ideia de quão antiga é a poupança, a Caixa Econômica Federal já oferecia tal produto em 1861 (ainda no reinado de Dom Pedro II).

Para quem não sabe, a regra de remuneração da poupança foi alterada no dia 4 de maio de 2012. Os depósitos realizados até esta data rendem 0,50% ao mês (a.m.), acrescidos da variação da Taxa Referencial (TR). Para fins de informação, a poupança (regra velha) gerou uma rentabilidade média mensal em torno de 0,52% a.m. em 2013 (até julho).


A partir do dia 4 de maio de 2012, os depósitos realizados na poupança passam a obedecer a seguinte regra:
  • sempre que a taxa básica de juros (taxa Selic), estiver em 8,50% ao ano (a.a.) ou abaixo desse patamar, o rendimento da poupança é equivalente a 70% da taxa Selic acrescido da variação da TR;
  • quando a taxa Selic for superior a 8,50% a.a., vale a regra antiga de reajuste pela TR mais 0,5%.

Para facilitar a vida do leitor que queira estimar quanto irá render a poupança, criamos a Calculadora: Rentabilidade da Poupança. Para saber o valor exato da poupança, visite a página do Banco Central do Brasil.

Além da remuneração vista acima, a poupança conta com isenção total do imposto de renda (IR) sobre o ganho de capital, bem como isenção de recolhimento do Imposto Sobre Operações Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF). 

Outra vantagem da poupança é a sua simplicidade. Não existe valor mínimo de aplicação, tampouco valor máximo. Pode-se aplicar ou resgatar qualquer valor, sem limites. Por fim, não são cobradas taxas de administração e performance. No linguajar dos financistas, a poupança é um investimento bem simples, plain vanilla. 

Por outro lado, um dos pontos negativos da poupança reside no fato de os recursos nela aplicados serem capitalizados apenas mensalmente, ou seja, para obter o rendimento prometido é necessário aguardar trinta dias após cada depósito. Supondo, por exemplo, que você necessite resgatar os recursos aplicados na poupança há 29 dias, não receberá sequer R$ 0,01 acima do valor inicial. A capitalização dos recursos é feita para cada depósito, separadamente.

Existem investimentos similares à poupança. São os fundos de investimento Referenciados DI e o Certificado de Depósito Bancário – CDB, ambos com rentabilidade bruta próxima ou atrelada à variação do certificado de Depósito Interbancário – DI, que geralmente é um pouco inferior à taxa Selic.

Mas, ao contrário do que ocorre na poupança, tanto os rendimentos auferidos nos fundos de investimento referenciados DI, como os rendimentos obtidos em um CDB estão sujeitos ao recolhimento de IR, à alíquotas que variam de 22,50% a 15,00%.

Além disso, os fundos de investimento referenciados DI têm como custo a taxa de administração, recolhida em favor da instituição financeira que administra o fundo, que equivale a um percentual do valor investido. Já no CDB não é cobrada taxa de administração, mas, geralmente, sua rentabilidade sofre um deságio em relação à variação do DI (exemplo: rentabilidade de 90% da variação do DI). 

Artigo escrito por Flávio Girão Guimarães.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Valor Econômico: Metade dos DIs não ganha da poupança

A redução da taxa Selic para inéditos 8,00% ao ano já começa a fazer suas primeiras vítimas, os fundos DI, especialmente aqueles cujas taxas de administração são iguais ou superiores a 1,4% ao ano.

Mesmo com a redução do rendimento da caderneta de poupança, que agora tem variação igual a 70% do valor da taxa Selic (quando esta for igual ou inferior a 8,50% ao ano), tal modalidade de investimento traz melhores retornos quando comparados aos retornos gerados pelos fundos DI com taxa de administração superiores a 1,4% ao ano. É o que indica a excelente reportagem de Luciana Seabra, publicada no jornal Valor Econômico em sua edição de 17 de junho de 2012.

Metade dos DIs não ganha da poupança

Por Luciana Seabra, para o Valor Econômico em 17/07/2012 

De opção confortável para investidores conservadores, os fundos DI passaram a alternativa complexa. Até podem valer a pena, mas só depois de se fazer uma série de contas. Entre os fundos DI hoje oferecidos no varejo, 47% perdem para a poupança ou empatam com ela, ainda que o investidor esteja disposto a deixar o dinheiro parado por mais de dois anos para pagar a menor alíquota de Imposto de Renda (IR). O levantamento, com base na Economática, foi feito pelo economista Marcelo d’Agosto, autor do blog “O Consultor Financeiro”, no portal Valor. 

As novas regras da poupança, que vinculam o rendimento da caderneta à taxa básica de juros, e a última queda da Selic, que está em 8% ao ano desde quarta-feira passada, deixam os fundos DI ainda menos competitivos. Para o investidor que vai pagar a menor alíquota de IR (15%), é preciso que a taxa de administração seja menor do que 1,4% para que o retorno do fundo supere o da poupança. 

Para quem busca uma opção de curto prazo, o DI se torna quase inviável. Apenas 22% dos fundos ganham em rentabilidade da caderneta em aplicações de menos de seis meses, em que é preciso pagar 22,5% de IR sobre o rendimento. 

Para aplicações de seis meses a um ano, 70% dos fundos de varejo não satisfazem mais em termos de rentabilidade. Se o dinheiro ficar investido entre um e dois anos, 55% empatam com a caderneta ou perdem para ela. 

A taxa média para fundos DI voltados ao varejo é de 1,28%, segundo o último relatório da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) sobre taxas, referente a maio. Na média, portanto, os fundos DI só ganham da poupança para aplicações de mais de dois anos. 

Com a Selic em 8%, a Taxa Referencial (TR), que faz parte do rendimento da caderneta, na prática se anula, segundo o matemático José Dutra Vieira Sobrinho, vice-presidente da Ordem dos Economistas do Brasil (OEB). “Pode haver uma TR positiva em um ou outro dia, mas a expectativa é que na média seja zero”, diz o professor. O cálculo da taxa é complexo e, segundo Dutra, não precisa mais ser feito ao realizar simulações para decidir pela melhor aplicação. Se a Selic passar por mais um corte, chegando a 7,5%, aí a TR será definitivamente nula, diz o professor. 

Considerando TR igual a zero, as regras da nova poupança determinam que a caderneta pague 70% da Selic, enquanto o fundo DI, em geral, rende a Selic inteira. No caso do fundo, entretanto, é preciso descontar a taxa de administração e o imposto de renda, que varia de acordo com o prazo da aplicação. É assim que Marcelo d’Agosto chega a uma regra prática para aplicações em fundos DI de seis meses a um ano. Elas só ganham da poupança se a taxa for menor do que 12,5% da Selic. No momento, portanto, fundos com taxa de 1% não atraem mais para esse prazo. 

Fazer contas, afirma Dutra, é cada vez mais necessário. A quem já tem dinheiro aplicado no fundo DI, ele sugere olhar a rentabilidade do mês imediatamente anterior. Ao divulgá-la, os gestores já descontam a taxa de administração, mas não o imposto. Então, é preciso verificar, de acordo com o prazo da aplicação, em qual das quatro alíquotas a aplicação se encaixa. Retirado o IR, é só comparar com o retorno da poupança. Dutra recomenda que essa análise seja feita mês a mês. 

“Os gestores vão ter de melhorar a rentabilidade dos fundos e diminuir a taxa de administração ou vão ter problemas”, diz Dutra. Um caminho, espera o professor, deve ser a inclusão de mais títulos do setor privado na carteira, que em geral rendem mais do que os papéis públicos. 

Os bancos estão resistindo a cortar as taxas dos fundos grandes, afirma d’Agosto, porque isso pesaria em suas receitas. “Para o investidor pequeno, em geral a saída é a poupança mesmo”. É bom lembrar que, nesse caso, é preciso esperar a chamada data de aniversário, quando a aplicação completa um mês, para garantir o retorno. Para o fundo DI, a liquidez é diária. 

Em relação à rentabilidade, a taxa de administração que faz o fundo DI valer a pena para qualquer prazo – menor de 0,77% – só é vista, em média, nos fundos com aplicação inicial entre R$ 100 mil e R$ 200 mil, de acordo com a Anbima. Para quem pode deixar o dinheiro investido por mais de dois anos, a taxa necessária somente pode ser encontrada, na média, para tíquetes de entrada de mais de R$ 10 mil. 

Apesar da desvantagem competitiva, as aplicações em fundos DI superaram os resgates em R$ 18,67 bilhões no primeiro semestre, na maior captação líquida para o período. O resultado, segundo a Anbima, foi influenciado pelas operações de um único fundo, que captou R$ 20 bilhões. Em balanço do setor no semestre, o vice-presidente da Anbima, Robert van Djik, afirmou que a indústria vai se adaptar naturalmente, ajustando as taxas. 

Na pesquisa Focus, a mediana das projeções apuradas pelo Banco Central junto a cerca de cem instituições financeiras aponta para uma Selic de 7,5% ao ano no fim de 2012. Se a autoridade monetária promover esse corte adicional, com base nos cálculos de d’Agosto, o fundo DI só vai ganhar da poupança para taxas de administração entre 0,73% e 1,3%.

domingo, 13 de março de 2011

Ranking Fundos DI - Fevereiro 2011

Apresentamos o primeiro Ranking de Fundos de Investimento do ABC do Dinheiro! Por se tratar da família de fundos mais popular entre os investidores, escolhemos começar nosso ranking com os fundos referenciados DI. Esses fundos são compostos na sua grande maioria por títulos públicos pós-fixados e por isso são considerados de baixo nível de risco e mais atraentes em um momento de alta da taxa de juros (SELIC).

A rentabilidade dos fundos referenciados DI é fortemente influenciada pelo valor da taxa de administração do fundo. Quanto menor a taxa maior a rentabilidade. Porém, na maioria dos casos o cliente só consegue taxas de administração mais baixas em função do aporte inicial. Quanto maior o aporte inicial menor a taxa de administração. Se a taxa de administração for muito alta pode ser que o fundo referenciado DI tenha sua rentabilidade menor que a poupança ou o Tesouro Direto (como já relatamos no artigo Fundo DI X CDB X Poupança).

Os fundos foram separados por valor de aporte e classificados de acordo com a rentabilidade acumulada nos últimos 24 meses. No ranking de fevereiro/2011 destacamos o resultado do Banco do Brasil, pois aparece como primeiro ou segundo colocado em praticamente todas as faixas de valor de aplicação.

Para a escolha dos fundos de investimento que compõem nosso ranking, selecionamos os bancos de maior abrangência nacional, visando melhor atender nosso público leitor.

Escolha o Banco e o valor da aplicação:

































Bancos pesquisados: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, HSBC, Itaú, Santander e BRB.


Dados obtidos no http://www.portaldoinvestidor.gov.br/.

O período analisado nesse ranking compreendeu os últimos 24 meses, encerrados em fevereiro de 2011.

Essa primeira versão do ranking pode ser visualizada, sem restrições, no Internet Explorer e Opera. Estamos trabalhando para adaptar o ranking aos demais navegadores.
Este material é meramente informativo e não deve ser considerado como recomendação de investimento ou oferta para a aquisição de cotas de fundos ou outros investimentos, nem deve servir como única base para tomada de decisões de investimento. Para avaliação da performance do fundo de investimento, é recomendável uma análise de, no mínimo, 12 (doze) meses. Performance passada não é garantia de rendimentos futuros. Antes de efetuar seus investimentos e para melhor entendimento dos produtos, recomenda-se a leitura cuidadosa dos Regulamentos/Prospectos dos Fundos.
Em caso de dúvida, fale com o seu Gerente de Relacionamento. As aplicações em Fundos de Investimento estão sujeitas a riscos de investimento, incluindo a possibilidade de perda do capital investido e não são garantidas pelos Administradores, pelo seu banco, por qualquer mecanismo de seguro ou ainda pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
Os fundos de Renda Fixa, Multimercados sem renda variável e Multimercados com renda variável, Cambiais, Balanceados e de Renda Variável utilizam estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em significativas perdas patrimoniais para seus cotistas e em alguns casos até consequente aporte adicional de recursos."
Ranking elaborado por Eduardo Jeyson.

NOTA (14/03/2011): o leitor mborges nos alertou que inadivertidamente deixamos de fora de nosso ranking os fundos da família Estilo e Private do Banco do Brasil. Revisamos nossa base de dados e incluímos tais fundos, republicando o ranking na data de hoje.