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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Acabou o limite mínimo para transferências via TED

A partir de sexta-feira (15/01/2016) não haverá mais valor mínimo para a realização de uma Transferência Eletrônica Disponível (TED).


Excelente notícia para quem realiza transferências bancárias, dada a velocidade e segurança das transações realizadas via TED, quando comparadas com a transferência via Documento de Ordem de Crédito (DOC), já que nessa modalidade a transferência ocorre um dia útil após sua realização.

Um pouco de história...

A TED é uma transação de transferência interbancária de valores. A TED foi instituída através da Circular do Banco Central do Brasil n.º 3.115, de 23 de abril de 2002. A TED, assim como o DOC, pode ser entre diferentes titulares ou para a mesma titularidade. Para realização desta transferência é necessário informar os dados do destinatário dos recursos (nome e CPF), além dos dados bancários (número do banco e número da conta corrente). Caso haja inconsistência nas informações fornecidas a operação não será processada e  o recurso voltará para a conta do emitente.

Tanto na TED como DOC são cobradas tarifas sobre o cliente emissor (o receptor dos recursos não paga tarifas).

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Valor da Transferência Eletrônica Disponível (TED) cai para R$ 500

A partir de hoje (16/01/2015) o valor mínimo para a realização de uma Transferência Eletrônica Disponível (TED) cai de R$ 750 para R$ 500. Transferência de valores inferiores à R$ 750 são feitas através do Documento de Crédito (DOC).

A maior virtude da TED em relação ao DOC é a velocidade. A transferência entre as contas correntes se dá em poucos minutos com a TED, enquanto a transferência via DOC é realizada no dia útil seguinte.

Um pouco de história...

A TED é uma transação de transferência interbancária de valores. A TED foi instituída através da Circular do Banco Central do Brasil n.º 3.115, de 23 de abril de 2002. A TED, assim como o DOC, pode ser entre diferentes titulares ou para a mesma titularidade. Para realização desta transferência é necessário informar os dados do destinatário dos recursos (nome e CPF), além dos dados bancários (número do banco e número da conta corrente). Caso haja inconsistência nas informações fornecidas a operação não será processada e  o recurso voltará para a conta do emitente.

Tanto na TED como DOC são cobradas tarifas sobre o cliente emissor (o receptor dos recursos não paga tarifas). 

Artigo escrito por Flávio Girão Guimarães.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Valor da Transferência Eletrônica Disponível (TED) cai para R$ 1 mil

A partir de amanhã (22/03/2013) o valor mínimo para a realização de uma Transferência Eletrônica Disponível (TED) cai de R$ 2 mil para R$ 1 mil. Transferência de valores inferiores à R$ 1 mil são feitas através do Documento de Crédito (DOC).

A maior virtude da TED em relação ao DOC é a velocidade. A transferência entre as contas correntes se dá em poucos minutos com a TED, enquanto a transferência via DOC é realizada no dia útil seguinte.

Um pouco de história...

A TED é uma transação de transferência interbancária de valores. A TED foi instituída através da Circular do Banco Central do Brasil n.º 3.115, de 23 de abril de 2002. A TED, assim como o DOC, pode ser entre diferentes titulares ou para a mesma titularidade. Para realização desta transferência é necessário informar os dados do destinatário dos recursos (nome e CPF), além dos dados bancários (número do banco e número da conta corrente). Caso haja inconsistência nas informações fornecidas a operação não será processada e  o recurso voltará para a conta do emitente.

Tanto na TED como DOC são cobradas tarifas sobre o cliente emissor (o receptor dos recursos não paga tarifas). 

Artigo escrito por Flávio Girão Guimarães.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

100.000 visualizações de página!

Hoje o ABC do Dinheiro atingiu uma marca muito importante, totalizamos 100.000 visualizações de página desde o dia de nossa estréia, em 8 de janeiro de 2011!

Uma marca e tanto para um site de finanças pessoais nascido há menos de seis meses.

Aos nossos leitores, nosso muito obrigado!

100.000 visualizações de página!

Hoje o ABC do Dinheiro atingiu uma marca muito importante, totalizamos 100.000 visualizações de página desde o dia de nossa estréia, em 8 de janeiro de 2011!

Uma marca e tanto para um site de finanças pessoais nascido há menos de seis meses.

Aos nossos leitores, nosso muito obrigado!

Calendário COPOM 2012

O Banco Central do Brasil (BCB) divulgou nesta quinta feira o calendário de reuniões do Comitê de Política Monetária (COPOM), para o ano de 2012. As reuniões acontecerão em:

  • 17 e 18 de janeiro;
  • 6 e 7 de março;
  • 17 e 18 de abril;
  • 29 e 30 de maio;
  • 10 e 11 de julho;
  • 28 e 29 de agosto;
  • 9 e 10 de outubro;
  • 27 e 28 de novembro.
Criado em 1996, o COPOM tem como objetivos estabelecer as diretrizes da política monetária de responsabilidade do BCB, bem como definir o patamar da taxa Selic (taxa básica de juros da economia brasileira).

Formado pelos diretores do BCB, o COPOM reune-se oito vezes por anos ordinariamente e extraordinariamente quando necessário. As reuniões se extendem por dois dias (terças e quartas-feiras) e, ao final de cada reunião, é emitido um breve comunicado, para dar publicidade às decisões. Na quinta-feira da semana seguinte é divulgada a ata completa da reunião.

O COPOM é peça chave do sistema de metas para a inflação, criado também em 1996, pois, torna mais transparentes os motivos e as decisões tomadas pela diretoria colegiada do BCB. Além das atas, o COPOM emite trimestralmente o Relatório de Inflação, onde é apresentada uma análise pormenorizada do estado da economia brasileira, bem como as projeções futuras de inflação.

Calendário COPOM 2012

O Banco Central do Brasil (BCB) divulgou nesta quinta feira o calendário de reuniões do Comitê de Política Monetária (COPOM), para o ano de 2012. As reuniões acontecerão em:

  • 17 e 18 de janeiro;
  • 6 e 7 de março;
  • 17 e 18 de abril;
  • 29 e 30 de maio;
  • 10 e 11 de julho;
  • 28 e 29 de agosto;
  • 9 e 10 de outubro;
  • 27 e 28 de novembro.
Criado em 1996, o COPOM tem como objetivos estabelecer as diretrizes da política monetária de responsabilidade do BCB, bem como definir o patamar da taxa Selic (taxa básica de juros da economia brasileira).

Formado pelos diretores do BCB, o COPOM reune-se oito vezes por anos ordinariamente e extraordinariamente quando necessário. As reuniões se extendem por dois dias (terças e quartas-feiras) e, ao final de cada reunião, é emitido um breve comunicado, para dar publicidade às decisões. Na quinta-feira da semana seguinte é divulgada a ata completa da reunião.

O COPOM é peça chave do sistema de metas para a inflação, criado também em 1996, pois, torna mais transparentes os motivos e as decisões tomadas pela diretoria colegiada do BCB. Além das atas, o COPOM emite trimestralmente o Relatório de Inflação, onde é apresentada uma análise pormenorizada do estado da economia brasileira, bem como as projeções futuras de inflação.