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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Calculadora: quanto custa seu vício?

Depois da leitura do artigo Quanto custa Fumar?, de autoria do repórter Gustavo Santos Ferreira, para o Estadão, confesso que fiquei intrigado. Todos nós sabemos que o cigarro faz mal, mas não me atreverei a tratar dos malefícios do cigarro à saúde. Deixo tal incumbência aos especialistas no assunto.

Por outro lado, nós do blog ABC do Dinheiro somos especializado em finanças pessoais e, por isso, podemos estimar o custo financeiro de se manter o vício em cigarro. Aliás, podemos estimar o custo financeiro de qualquer vício através de nossa mais nova calculadora.


Como utilizar nossa calculadora?

1) escolha seu vício:
2) preencha quanto custa seu vício;
3) escolha a periodicidade do gasto com seu vício.

Pronto! A calculadora mostra qual o montante que você obteria em um investimento conservador em um mês, ano, 5 anos, 10 anos, 20 anos e 30 anos, se deixasse de lado o vício em questão.


Se faltavam argumentos para você deixar de lado seu vício, esperamos que a calculadora auxilie. Já que qualquer vício, no longo prazo, fará mal à sua saúde e às suas finanças!

Observação: em nossa calculadora utilizamos uma rentabilidade próxima à obtida em uma aplicação conservadora de renda fixa, como os fundos de investimento referenciado DI, ou Tesouro Selic.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Calculadora: quanto custa seu vício?

Depois da leitura do artigo Quanto custa Fumar?, de autoria do repórter Gustavo Santos Ferreira, para o Estadão, confesso que fiquei intrigado. Todos nós sabemos que o cigarro faz mal, mas não me atreverei a tratar dos malefícios do cigarro à saúde. Deixo tal incumbência aos especialistas no assunto.

Por outro lado, nós do blog ABC do Dinheiro somos especializado em finanças pessoais e, por isso, podemos estimar o custo financeiro de se manter o vício em cigarro. Aliás, podemos estimar o custo financeiro de qualquer vício através de nossa mais nova calculadora.


Como utilizar nossa calculadora?

1) escolha seu vício:
2) preencha quanto custa seu vício;
3) escolha a periodicidade do gasto com seu vício.

Pronto! A calculadora mostra qual o montante que você obteria em um investimento conservador em um mês, ano, 5 anos, 10 anos, 20 anos e 30 anos, se deixasse de lado o vício em questão.


Se faltavam argumentos para você deixar de lado seu vício, esperamos que a calculadora auxilie. Já que qualquer vício, no longo prazo, fará mal à sua saúde e às suas finanças!

Observação: em nossa calculadora utilizamos uma rentabilidade próxima à obtida em uma caderneta de poupança (0,5% ao mês).

Artigo escrito por Flávio Girão Guimarães.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Orçamento doméstico - para que serve?

Aqui no ABC do Dinheiro falamos muito sobre investimentos, previdência, seguros e tributação. Entretanto, muitos leitores reclamam (com razão) que de nada adianta tanta informação se, no final do mês, nada sobra para investir, poupar, segurar ou tributar. O que fazer então se falta dinheiro ao invés de sobrar?

Primeiramente, temos que fazer o dinheiro sobrar para, só então, decidir o que fazer com ele. O ponto de partida invariavelmente é montar um orçamento doméstico familiar. Sem um orçamento é praticamente impossível saber quanto custa seu padrão de vida atual e onde é possível cortar despesas. A fórmula básica para montar um orçamento doméstico é:

  1. inicie seu orçamento somando todas as suas fontes de renda, tais como salários, participações societárias, pensões, aposentadorias, aluguéis etc;
  2. depois, relacione as prestações dos empréstimos e financiamentos que você possui, seja com um banco, com a administradora do cartão de crédito, financeiras, empresas de leasing, administradoras de consórcios, lojas de departamento etc.
  3. na sequencia, relacione suas despesas fixas ou de difícil administração (pensão alimentícia, salários com empregadas domésticas, água, luz, plano de saúde, escola dos filhos, gastos com automóveis etc.);
  4. por fim, relacione as despesas que podem ser administradas com alguma facilidade (tv por assinatura, jornais e revistas, telefone, roupa, cartão de crédito, restaurante, cafezinho etc.); 
  5. para avaliar o resultado final, basta subtrair do total de suas rendas (item 1) o total das suas despesas (itens 2, 3 e 4).
Para melhor estimar seus gastos (itens 2, 3 e 4), sugerimos que o leitor utilize os seguintes procedimentos:

  1. utilize faturas recentes do cartão de crédito, contas recentes de luz, água, telefone, tv por assinatura, bem como boletos de cobrança de escola, extratos bancários etc. Em resumo, todo e qualquer documento de cobrança recente; e
  2. para as despesas do dia-a-dia, geralmente pagas com dinheiro, é necessário anotar rigorosamente todos os gastos. Para tanto, sempre tenha a mão uma caderneta ou, para os mais moderninhos, utilize um programa de anotações no smartphone. Para as despesas no cartão de débito, o extrato bancário será suficiente*.

O resultado de todo trabalho acima pode ser frustrante. Ao montar o primeiro orçamento, muita gente se dá conta que há pouca sobra de recursos, ou então o orçamento já mostra um déficit. Porém, antes que você se jogue da ponte, ou pule na frente do trem, saiba que a falta de dinheiro é algo muito comum. O brasileiro médio tem uma tendência natural de gastar, não de poupar. Deve ser o clima, sei lá. Mas sempre é possível mudar essa situação. Como?

  1. a forma mais rápida (e difícil) de aumentar seu fluxo de caixa é aumentar sua renda, seja através de uma promoção, seja através da mudança de emprego, seja através de um segundo emprego, seja através do aumento de horas trabalhadas, especialmente para quem ganha através de comissão ou para os profissionais liberais. Como eu disse antes, é a forma mais rápida de aumentar o fluxo de caixa, mas a mais difícil;
  2. na sequencia, gerencie suas dívidas com bancos, financeiras, administradoras de cartão de crédito e afins. Para tanto, sugerimos a leitura do artigo Dívidas: o que fazer para começar a sair delas?, de autoria de Gustavo Garcia, publicado aqui mesmo no blog;
  3. depois, com a tesoura na mão, avalie a redução/eliminação dos gastos que podem ser administrados com alguma facilidade. Troque o plano da sua TV por assinatura (ou elimine-o), altere o plano de seu telefone celular por um menos oneroso, troque a roupa de marca por outra de menor prestígio, corte o cafezinho depois do almoço, reduza ou elimine as assinaturas de jornais e revistas e as saídas para jantar fora;
  4. se ainda assim seu orçamento continua apertado, é chegada a hora de medidas drásticas. Uma alternativa para quem contrata os serviços de uma empregada doméstica é o uso de diaristas, mesmo que isso implique em assumir algumas tarefas domésticas;
  5. troque as idas de carro ao trabalho por caronas ou pelo transporte coletivo. Assim será possível economizar em combustível, estacionamento, manutenção etc. No limite, venda o automóvel. Assim, além do combustível, estacionamento e manutenção, você economizará no seguro, IPVA, DPVAT, licenciamento anual do Detran, inspeção veicular etc;
  6. continua apertado? controle rigorosamente os gastos com água e energia-elétrica. Chuveiro elétrico, ferro de passar roupa, ar-condicionado, entre outros eletrodomésticos, devem ter seu uso racionalizado;
  7. como penúltima alternativa para equilibrar o orçamento, troque a escola dos seus filhos por outra que cobre mensalidades menores. No limite, utilize a rede pública de ensino. Trocar a escola que fica a 10 km de distância por outra que fica a poucas quadras de onde você mora também é algo inteligente. Assim você pode economizar com o transporte escolar ou com o combustível para levar os filhos ao colégio;
  8.  como última e derradeira alternativa, pesquise opções menos onerosas de planos de saúde. Eu até poderia recomendar que você cortasse o plano de saúde, mas com a saúde pública no estado deplorável em que se encontra, seria uma medida de desespero.
Para quem quiser ler mais sobre o assunto, existem muitos livros e artigos na internet que trazem dicas de como melhorar sua situação financeira e seu orçamento doméstico, inclusive vários postados aqui mesmo no ABC do Dinheiro:
Artigo escrito por Flávio Girão Guimarães.

* é possível encontrar na internet ou ou na loja de aplicativos do seu smartphone uma infinidade de programas e aplicativos que auxiliam na tarefa de construir/controlar o orçamento pessoal. Muitos bancos brasileiros inclusive sugerem alguns deles.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

App Celular - É fácil atualizar valores com a Calculadora do Cidadão!

No post sobre o aplicativo Buscapé (leia aqui) falamos sobre os três principais temas do Planejamento Financeiro: (i) quanto ganhamos? (ii) quanto gastamos? (iii) o que fazemos com a diferença entre ganhos e gastos?

No aplicativo que apresentamos neste artigo, a Calculadora do Cidadão, construído pelo Banco Central do Brasil, existem várias ferramentas para ajudar, em especial o planejamento do item (iii) da lista acima.

Calculadora do Cidadão na App Store - aqui.
Buscapé no Google Play - aqui.

Utilizando as diversas funcionalidades que estão disponíveis nesse aplicativo é possível simular o impacto de saldos positivos (aplicações) e negativos (dívidas/financiamentos) em função do tempo e da taxa de juros utilizada, lembrando que, normalmente, as taxas aplicadas aos saldos negativos (dívidas) são muito superiores às aplicadas nos saldos positivos (investimentos), o que nos faz indicar o pagamento de dívidas como o melhor investimento na maioria das vezes.

As funcionalidades que estão disponíveis na Calculadora do Cidadão, são:
  1. Aplicação: calcula de forma simples e rápida quanto você terá no futuro, a partir do período e taxa de juros estabelecidos, caso aplique um determinado valor mensalmente. Vale para saber quanto devemos aplicar para atingir nossos objetivos ou, por outro lado, verificar quanto conseguiremos com o que conseguimos poupar;
  2. Financiamento: calcula qual é a prestação (valor fixo) para financiar um determinado valor, considerando um período e taxa de juros definido. Muito útil para checar o valor da prestação que os vendedores nos apresentam na hora de financiar aquisição de um bem. Com alguma frequência a prestação apresentada pelos vendedores ficam maior por conta de custos para abertura do financiamento. Vale a pena brigar!;
  3. Valor Futuro: calcula o valor futuro de um montante, considerndo um período e taxa de juros definidos. Para investimentos de longo prazo o ideal é utilizar uma taxa real (taxa descontada da inflação projetada) para garantir o valor do dinheiro no tempo, uma vez que R$ 1 milhão em 2030 não compará as mesmas coisas que hoje;
  4. Correção de Valores: corrige um determinado valor no período escolhido podendo utilizar diversos índices (inflação, poupança, CDI, ...). Dessa forma, fica fácil calcular o reajuste do seu aluguel ou a correção pela poupança do empréstimo que você fez para o seu cunhado (rsrs);
  5. Cartão de Crédito: calcula quanto tempo será necessário para pagar o seu cartão, se precisar financiar sua fatura, levando em consideração sua disponibilidade e o custo efetivo total (CET) do seu cartão de crédito. A calculadora apresenta ainda alternativas mais baratas como os empréstimos pessoais e os consignados. É muito interessante para demonstrar o tamanho do problema de financiar o consumo com taxas tão elevadas como as dos cartões de crédito;
Comece já a utilizar essa calculadora e compartilhe conosco e os demais leitores sua experiência comentando no nosso site (logo abaixo).

Busque sempre economizar para o futuro e, se precisar de financiamento, busque sempre o mais barato, pois seu dinheiro, adquirido duramente, deve ser tratado com respeito, pois ele não aceita desaforo!

Artigo escrito por Pedro Borges, CFP.

Outros artigos da série de aplicativos para celulares, tablets e computadores:

App Celular - É fácil atualizar valores com a Calculadora do Cidadão!

No post sobre o aplicativo Buscapé (leia aqui) falamos sobre os três principais temas do Planejamento Financeiro: (i) quanto ganhamos? (ii) quanto gastamos? (iii) o que fazemos com a diferença entre ganhos e gastos?

No aplicativo que apresentamos neste artigo, a Calculadora do Cidadão, construído pelo Banco Central do Brasil, existem várias ferramentas para ajudar, em especial o planejamento do item (iii) da lista acima.

Calculadora do Cidadão na App Store - aqui.
Buscapé no Google Play - aqui.

Utilizando as diversas funcionalidades que estão disponíveis nesse aplicativo é possível simular o impacto de saldos positivos (aplicações) e negativos (dívidas/financiamentos) em função do tempo e da taxa de juros utilizada, lembrando que, normalmente, as taxas aplicadas aos saldos negativos (dívidas) são muito superiores às aplicadas nos saldos positivos (investimentos), o que nos faz indicar o pagamento de dívidas como o melhor investimento na maioria das vezes.

As funcionalidades que estão disponíveis na Calculadora do Cidadão, são:
  1. Aplicação: calcula de forma simples e rápida quanto você terá no futuro, a partir do período e taxa de juros estabelecidos, caso aplique um determinado valor mensalmente. Vale para saber quanto devemos aplicar para atingir nossos objetivos ou, por outro lado, verificar quanto conseguiremos com o que conseguimos poupar;
  2. Financiamento: calcula qual é a prestação (valor fixo) para financiar um determinado valor, considerando um período e taxa de juros definido. Muito útil para checar o valor da prestação que os vendedores nos apresentam na hora de financiar aquisição de um bem. Com alguma frequência a prestação apresentada pelos vendedores ficam maior por conta de custos para abertura do financiamento. Vale a pena brigar!;
  3. Valor Futuro: calcula o valor futuro de um montante, considerndo um período e taxa de juros definidos. Para investimentos de longo prazo o ideal é utilizar uma taxa real (taxa descontada da inflação projetada) para garantir o valor do dinheiro no tempo, uma vez que R$ 1 milhão em 2030 não compará as mesmas coisas que hoje;
  4. Correção de Valores: corrige um determinado valor no período escolhido podendo utilizar diversos índices (inflação, poupança, CDI, ...). Dessa forma, fica fácil calcular o reajuste do seu aluguel ou a correção pela poupança do empréstimo que você fez para o seu cunhado (rsrs);
  5. Cartão de Crédito: calcula quanto tempo será necessário para pagar o seu cartão, se precisar financiar sua fatura, levando em consideração sua disponibilidade e o custo efetivo total (CET) do seu cartão de crédito. A calculadora apresenta ainda alternativas mais baratas como os empréstimos pessoais e os consignados. É muito interessante para demonstrar o tamanho do problema de financiar o consumo com taxas tão elevadas como as dos cartões de crédito;
Comece já a utilizar essa calculadora e compartilhe conosco e os demais leitores sua experiência comentando no nosso site (logo abaixo).

Busque sempre economizar para o futuro e, se precisar de financiamento, busque sempre o mais barato, pois seu dinheiro, adquirido duramente, deve ser tratado com respeito, pois ele não aceita desaforo!

Artigo escrito por Pedro Borges, CFP.

Outros artigos da série de aplicativos para celulares, tablets e computadores:

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Brasil Econômico: Educação financeira é essencial para todos

A página 26 do jornal Brasil Econômico de hoje (31/10/2012) nos brindou com o excelente artigo de Mauro Gua da Gnoli de Sousa, Superintendente da Brasilprev, sobre o bom momento que vivemos em termos econômicos que, ao mesmo tempo, nem sempre são percebidas por muitos de nós brasileiros por conta do descontrole financeiro. Boa leitura.



São Paulo - Consolidada como uma das maiores economias do mundo, o Brasil conseguiu reduzir a desigualdade na distribuição de renda nos últimos anos. No entanto, segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), 41% dos brasileiros têm ou tiveram o nome sujo, sendo o principal motivo a falta de planejamento financeiro.

Somado a isso, dados do BANCO CENTRAL afirmam que quase 61 milhões de brasileiros tomaram mais R$ 1 mil em crédito neste ano e que mais da metade da população brasileira tem acima de 50% de suas rendas comprometidas em dívidas de cartão de crédito.

Em um primeiro momento, pensa-se que este é um problema das classes mais baixas da economia, mas não. Essa grande massa é formada por pessoas de todas as camadas sociais, inclusive por aquelas de alto poder de compra. Neste cenário, vale a reflexão de algumas questões: O brasileiro está educado financeiramente para utilizar o crédito disponível no país? Sabe usar de maneira correta as ferramentas bancárias para assumir e pagar dívidas? E de quem é a responsabilidade destes ensinamentos?

A lição básica é adequar o padrão de vida à renda, ou seja, não gastar mais do que ganha. Para isso, torna-se necessário saber quais tipos de dívidas estão sendo contraídas e tomar cuidado para não incorporar o limite do cheque especial à renda ou se perder em parcelas de cartão ( ões) de crédito. Uma vez conseguindo manter os gastos dentro do orçamento, o próximo passo é incorporar a este planejamento mensal recursos fixos para poupança de curto e médio prazos. E, num próximo passo, investir no longo prazo, a fim de garantir segurança e independência financeira no futuro, além de ter recursos para realizar grandes projetos.

Não menos importante que toda esta organização, é necessário conhecer e estudar os instrumentos bancários disponíveis no mercado, comparar instituições e escolher aqueles que melhor se adequam a cada situação. Colocar as contas na ponta do lápis e analisar as ferramentas financeiras oferecidas pelos bancos é uma boa prática que pode tornar mais barato e mais curto o caminho para liquidar dívidas.
É claro que todos devem ter a consciência da importância de batalhar pela própria independência financeira, para hoje e para o futuro. Mas cada dia mais empresas comprometem-se em garantir recursos para seus colaboradores num momento pós-laboral, via planos de previdência privada, e repassar ensinamentos de educação financeira.

À parte da responsabilidade social da causa, o fato é que é provado que a produtividade de um funcionário está diretamente ligada aos momentos vividos em sua vida pessoal. E, evidentemente, um funcionário preocupado com sua situação financeira estará na empresa com a cabeça em suas contas que, logo, passarão a ser um problema também no trabalho.

Não se trata de responsabilizar as empresas pela felicidade emocional do seu time em questões pessoais - até porque a nossa vida depende dos atos e escolhas que fazemos. Mas compartilhar esta responsabilidade, monitorando aqueles que excedem limites de crédito consignado, por exemplo, assim como ajudá-los a estruturar o orçamento familiar e oferecer ferramentas que o apoiem em suas finanças, pode se tornar um grande aliado para o aumento da produtividade.

A lição básica é não gastar mais do que ganha e saber quais tipos de dívidas são contraídas e não incorporar o limite do cheque especial à renda ou se perder em parcelas de cartão de crédito
Mauro Gua da Gnoli de Sousa - Superintendente da Brasilprev