domingo, 10 de julho de 2011

Análise semanal ativos bovespa - 11/07 a 15/07/2011

IBOVESPA

TENDÊNCIA DE BAIXA. O IBOV continua em tendência de baixa no semanal, com topos e fundos descendentes. Formou um fundo abaixo do anterior e agora parece estar formando topo abaixo do anterior. Após correção da semana retrasada, o IBOV volta a cair dentro de uma tendência de baixa. Resistência: 65.000 pontos. Suporte: 60.500 pontos.

USIM5

TENDÊNCIA DE BAIXA. Ainda dentro do trade de VENDA que começou em R$ 17,30. Houve realização parcial nos R$ 16,00 (8% de lucro). O stop da posição remanescente está em R$ 15,41, acima do topo anterior. O ativo formou um fundo mais baixo que o anterior. Após subir na semana retrasada, o ativo volta a cair. Resistência: R$ 15,38. Suporte: R$ 12,85.

PETR4

INDEFINIÇÃO. Dentro do trade de VENDA com entrada em R$ 25,93. Houve realização parcial ou total em R$ 24,00 (8% de lucro). O stop se encontra em R$ 24,71, um pouco acima da resistência anterior. O ativo vem testando importante suporte próximo aos R$ 23,30. Resistência: R$ 24,68. Suporte: R$ 23,30.


VALE5


INDEFINIÇÃO. O ativo formou um fundo levemente acima do anterior e parece formar uma topo acima do anterior. Esperar por uma definição do ativo. Resistência: R$ 48,00. Suporte: R$ 42,40.


ITUB4

INDEFINIÇÃOPermanece em um cenário de indecisão. Esperar até que o ativo saia da congestão atual, entre R$ 33,27 e R$ 39,41.


BVMF3

TENDÊNCIA DE BAIXAPapel rompeu suporte em R$ 11,00, porém o volume no rompimento foi baixo. Um rompimento de um suporte tão importante, como é o caso dos R$ 11,00, requer um volume expressivo que dê mais segurança para uma entrada na ponta vendedora. O papel faz uma realização e volta a testar os R$ 11,00. Caso forme um topo abaixo do anterior (R$ 11,54), pode gerar entrar em um trade de VENDA. Por enquanto, o aconselhável é esperar.

Segue planilha publicada na semana retrasada, lembrando que os trades de VALE5 foram encerrados, um com lucro e outro com prejuízo, na semana passada. Os trades em PETR4 e USIM5 continuam em aberto:

Análise feita por Gustavo Garcia

IMPORTANTE: As análises contidas não devem ser consideradas como recomendações de compra ou venda de ativos, tendo como principal objetivo o aprimoramento e difusão dos conhecimentos de Análise Técnica (AT). O leitor deve ter em mente que ele é o único responsável por suas decisões dentro do mercado, levando sempre em conta o risco inerente a este tipo de operação.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Documentário: Inside Job - A Verdade da Crise

Muito se fala sobre a crise de 2008 dos subprimes americanos, mas o que é um subprime? O que desencadeou tal crise? Quais foram os verdadeiros responsáveis? Quais foram os efeitos desta crise? A resposta a estas e outras perguntas podem ser encontradas no excelente documentário Inside Job – a verdade da crise, de Charles Ferguson.

A crise de 2008 custou ao mundo mais de 20 trilhões de dólares e fez com que milhares de pessoas perdessem suas economias e seus empregos. Instituições "sólidas" fecharam as portas. Através de diversas entrevistas com influentes personalidades do mercado financeiro, políticos e jornalista, Inside Job mostra o surgimento de uma indústria desonesta e mostra a relação corrosiva que corrompeu a regulação, os políticos e os acadêmicos.

Segue o trailer legendado em português.


O ABC do dinheiro recomenda este documentário!

Documentário: Inside Job - a verdade da crise

Muito se fala sobre a crise de 2008 dos subprimes americanos, mas o que é um subprime? O que desencadeou tal crise? Quais foram os verdadeiros responsáveis? Quais foram os efeitos desta crise? A resposta a estas e outras perguntas podem ser encontradas no excelente documentário Inside Job – a verdade da crise, de Charles Ferguson.

A crise de 2008 custou ao mundo mais de 20 trilhões de dólares e fez com que milhares de pessoas perdessem suas economias e seus empregos. Instituições "sólidas" fecharam as portas. Através de diversas entrevistas com influentes personalidades do mercado financeiro, políticos e jornalista, Inside Job mostra o surgimento de uma indústria desonesta e mostra a relação corrosiva que corrompeu a regulação, os políticos e os acadêmicos.

Segue o trailer legendado em português.




O ABC do dinheiro recomenda este documentário. Bom fime!

terça-feira, 5 de julho de 2011

Análise Técnica: gráficos de barras x gráficos de candles

A maioria das pessoas está acostumada com os gráficos de linha, porém, este tipo de gráfico passa pouca informação e é preterido pelos analistas técnicos em detrimento dos gráficos de barra e de candelabros japoneses (candlestick) como veremos a seguir.

Quais são os tipos de gráficos mais utilizados pelos analistas técnicos?

  1. Gráficos de Barras.
  2. Gráficos de Candles.
Por que são os mais utilizados?

Além de fornecerem uma representação gráfica completa (preços de abertura, fechamento, máxima e mínima), ainda formam padrões de reversão ou continuação da movimentação prévia de preços.

Como ler um gráfico de barras?


Os extremos superiores e inferiores representam a máxima e mínima do período, respectivamente. O preço de abertura é representado pela linha horizontal a esquerda do gráfico e o preço de fechamento é representado pela linha horizontal a direita do gráfico. A barra acima é uma barra de alta, já que o fechamento encontra-se acima da abertura.

A barra abaixo representa uma barra de baixa, onde o fechamento é menor que a abertura:


Abaixo segue um exemplo de um gráfico de barras de PETR4 (ações preferenciais da Petrobrás). No eixo Y ficam os preços e no eixo X ficam os dias:



Como ler os gráficos de candle (candlestick) ou candelabros japoneses?

Assim como o gráfico de barras, também disponibiliza os dados de máxima, mínima, fechamento e abertura. A vantagem em relação ao gráfico de barra é que ele é mais “visual”. Abaixo segue um candle com os mesmos parâmetros do gráfico de barras de alta supracitado:


A principal diferença entre o gráfico de barras e o candle é que a distância entre a abertura e o fechamento é preenchida por um "corpo" no caso dos gráficos de candle, mas como distinguir entre um candle de alta e um candle de baixa? Pela cor. Em nosso exemplo, utilizaremos os candles brancos para candles de alta e os candles de cor preta para candles de baixa. Abaixo segue um candle de baixa:

Abaixo segue o mesmo gráfico representado pelas barras e pelos candles. Um dia de alta é facilmente distinguido de um candle de baixa nos gráficos de candles, enquanto que nos gráficos de barras, é necessária uma análise mais detalhada para se fazer tal distinção:



Os candles vem se tornando os gráficos preferidos dos analistas técnicos, principalmente por permitirem uma rápida distinção entre um candle de alta e um de baixa. Os candles ainda formam padrões de continuação e reversão que serão tratados em artigos posteriores do ABC do dinheiro. No próximo artigo será introduzido o conceito de tendência e os critérios básicos para identificá-la. Até a próxima!

O Abcdodinheiro disponibiliza uma análise semanal dos principais ativos da BOVESPA. Para acessá-la clique aqui.

Artigo escrito por Gustavo Garcia.

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Análise Técnica: gráficos de barras x gráficos de candles

A maioria das pessoas está acostumada com os gráficos de linha, porém, este tipo de gráfico passa pouca informação e é preterido pelos analistas técnicos em detrimento dos gráficos de barra e de candelabros japoneses (candlestick) como veremos a seguir.

Quais são os tipos de gráficos mais utilizados pelos analistas técnicos?

  1. Gráficos de Barras.
  2. Gráficos de Candles.
Por que são os mais utilizados?

Além de fornecerem uma representação gráfica completa (preços de abertura, fechamento, máxima e mínima), ainda formam padrões de reversão ou continuação da movimentação prévia de preços.

Como ler um gráfico de barras?


Os extremos superiores e inferiores representam a máxima e mínima do período, respectivamente. O preço de abertura é representado pela linha horizontal a esquerda do gráfico e o preço de fechamento é representado pela linha horizontal a direita do gráfico. A barra acima é uma barra de alta, já que o fechamento encontra-se acima da abertura.

A barra abaixo representa uma barra de baixa, onde o fechamento é menor que a abertura:


Abaixo segue um exemplo de um gráfico de barras de PETR4 (ações preferenciais da Petrobrás). No eixo Y ficam os preços e no eixo X ficam os dias:



Como ler os gráficos de candle (candlestick) ou candelabros japoneses?

Assim como o gráfico de barras, também disponibiliza os dados de máxima, mínima, fechamento e abertura. A vantagem em relação ao gráfico de barra é que ele é mais “visual”. Abaixo segue um candle com os mesmos parâmetros do gráfico de barras de alta supracitado:


A principal diferença entre o gráfico de barras e o candle é que a distância entre a abertura e o fechamento é preenchida por um "corpo" no caso dos gráficos de candle, mas como distinguir entre um candle de alta e um candle de baixa? Pela cor. Em nosso exemplo, utilizaremos os candles brancos para candles de alta e os candles de cor preta para candles de baixa. Abaixo segue um candle de baixa:

Abaixo segue o mesmo gráfico representado pelas barras e pelos candles. Um dia de alta é facilmente distinguido de um candle de baixa nos gráficos de candles, enquanto que nos gráficos de barras, é necessária uma análise mais detalhada para se fazer tal distinção:



Os candles vem se tornando os gráficos preferidos dos analistas técnicos, principalmente por permitirem uma rápida distinção entre um candle de alta e um de baixa. Os candles ainda formam padrões de continuação e reversão que serão tratados em artigos posteriores do ABC do dinheiro. No próximo artigo será introduzido o conceito de tendência e os critérios básicos para identificá-la. Até a próxima!

Artigo escrito por Gustavo Garcia

domingo, 3 de julho de 2011

Análise semanal ativos Bovespa - 04/07 a 08/07/2011


IBOVESPA

TENDÊNCIA DE BAIXA. O IBOV continua em tendência de baixa no semanal, com topos e fundos descendentes. Formou um fundo abaixo do anterior. O movimento da semana passada ainda pode ser considerado como uma correção dentro da tendência de baixa. A resistência mais próxima é a zona dos 65.000 pontos.

USIM5

TENDÊNCIA DE BAIXA. Ainda dentro do trade de VENDA que começou em R$ 17,30. Houve realização parcial nos R$ 16,00 (8% de lucro). O stop da posição remanescente está em R$ 15,41, acima do topo anterior. O ativo formou um fundo mais alto que o anterior. O movimento da semana passada ainda é considerado como uma correção dentro da tendência de baixa. A resistência mais próxima se encontra nos R$ 15,38.


PETR4

INDEFINIÇÃO. Dentro do trade de VENDA gerado há 6 semanas em R$ 25,93. Houve realização parcial ou total em R$ 24,00 (8% de lucro). O stop foi realocado para R$ 24,71. O movimento da semana passada ainda é considerado como uma correção dentro de uma tendência de baixa. A próxima resistência se encontra na zona de R$ 24,68.


VALE5


INDEFINIÇÃO. As operações de VENDA foram encerradas na semana passada, já que o stop em R$ 45,31 foi atingido.O ativo formou uma fundo levemente acima do anterior e parte para formar uma topo acima do anterior. Próxima resistência nos R$ 48,00.


ITUB4

INDEFINIÇÃOPermanece em um cenário de indecisão. Esperar até que o ativo saia da congestão atual, entre R$ 33,27 e R$ 34,91, entrando em uma tendência mais clara.

BVMF3

TENDÊNCIA DE BAIXAPapel rompe suporte em R$ 11,00, porém o volume no rompimento foi baixo. Um rompimento de um suporte tão importante, como é o caso dos R$ 11,00, requer um volume expressivo que dê mais segurança para uma entrada na ponta vendedora. O papel faz uma realização e volta a testar os R$ 11,00. Caso forme um topo abaixo do anterior (R$ 11,54), pode gerar entrar em um trade de VENDA. Por enquanto, o aconselhável é esperar.

Por problemas técnicos, a planilha com a atualização das posições em aberto não pôde ser atualizada até o momento da publicação desta análise, tão logo seja possível, a planilha será atualizada. Assim, segue planilha publicada na semana passada, lembrando que os trades de VALE5 foram encerrados, um com lucro e outro com prejuízo. Os trades em PETR4 e USIM5 continuam em aberto:



Análise feita por Gustavo Garcia

IMPORTANTE: As análises contidas não devem ser consideradas como recomendações de compra ou venda de ativos, tendo como principal objetivo o aprimoramento e difusão dos conhecimentos de Análise Técnica (AT). O leitor deve ter em mente que ele é o único responsável por suas decisões dentro do mercado, levando sempre em conta o risco inerente a este tipo de operação.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

100.000 visualizações de página!

Hoje o ABC do Dinheiro atingiu uma marca muito importante, totalizamos 100.000 visualizações de página desde o dia de nossa estréia, em 8 de janeiro de 2011!

Uma marca e tanto para um site de finanças pessoais nascido há menos de seis meses.

Aos nossos leitores, nosso muito obrigado!