domingo, 20 de março de 2011

Análise semanal de 21/03/2011 a 25/03/2011

IMPORTANTE: As análises contidas não devem ser consideradas como recomendações de compra ou venda de ativos, tendo como principal objetivo o aprimoramento e difusão dos conhecimentos de Análise Técnica (AT). O leitor deve ter em mente que ele é o único responsável por suas decisões dentro do mercado, levando sempre em conta o risco inerente a este tipo de operação.




sábado, 19 de março de 2011

Como declarar PGBL e Fundo de Pensão para o Leão do Imposto de Renda - IR2011





O mercado de previdência privada teve um crescimento considerável nos últimos anos e, para todos que fazem declaração completa de Imposto de Renda, investir até 12% da renda bruta tributável num Plano de Previdência - PGBL, Fundos de Pensão ou FAPI - pode significar uma redução importante no imposto a pagar e até mesmo restiruição de uma parte do imposto de renda pago durante o ano.

Apesar de muito comentado, e de ser muito indicado pelas seguradoras e bancos que comercializam previdência privada - principalmente nas campanhas de final de ano - a maioria das pessoas não sabe como deve proceder para lançar seus aportes de previdência na declaração de imposto de renda.

De acordo com a Receita Federal (ver Perguntas e Respostas - 313), aportes em Planos de Previdência, até o limite de 12% da renda bruta tributável, são considerados despesas dedutíveis, e devem ser lançadas na seção de Deduções (ver telas abaixo), código 36 - Contribuição à Previdência Complementar ou código 38 - FAPI - Fundo de Aposentadoria Programada Individual - e como tal, não devem ser lançados na Seção de Bens e Direitos, como ocorre com outras formas de investimento.

clique na imagem para ampliar.

Como é possível observar, diferente de outros tipos de aplicação financeira - inclusive os aportes em VGBL (que trataremos em outro artigo) - o saldo dos aportes em Planos de Previdência (PGBL, Fundos de Pensão ou FAPI) não ficam registrados na Declaração de Imposto de Renda, pois constituem uma despesa dedutível e o seu retorno (quando do resgate ou entrada em gozo de benefício) será registrado integralmente como renda tributável (de forma compensável ou definitiva - dependendo do modelo tributário escolhido).

Artigo escrito por Pedro Borges Neto, CFP

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Por onde começar a investir em ações?

O conhecimento de uma técnica de análise de ativos evita transformar o investimento em ações num jogo de azar. Assim como em um cassino, um sujeito pode ter "sorte" e conseguir algum resultado positivo no curto prazo. Porém, se este jogador continuar com as apostas repetidas vezes e por um longo período de tempo, a banca tende a  levar todo o seu capital. No caso das ações, o mercado é equivalente a banca.

Ao contrário do que muitos imaginam, não é necessário nenhum diploma de doutorado em economia ou matemática para ter acesso e entender estas técnicas. Para conhecê-las bastam apenas tempo e força de vontade.

As técnicas de análise de ativos se dividem basicamente em duas: Análise Técnica (AT) e Análise Fundamentalista (AF). Os analistas técnicos, como são conhecidos aqueles que fazem suas análises com base na AT, utilizam-se dos gráficos dos ativos para tomar suas decisões no mercado. Os analistas que se utilizam da AF fazem suas análises com base em fatores que influenciariam o desempenho da empresa, tais como dados de balanço, do setor, da economia entre outros.

A AF se baseia na existência de uma relação de causa-efeito entre os fundamentos de uma empresa e o desempenho de suas ações na bolsa de valores, mesmo que esta relação não seja instantânea. Estudando os fatores que influenciariam o desempenho de uma empresa, os fundamentalistas acreditam conseguir estimar o real valor da empresa e, por conseqüência, o real valor de suas ações, estimando se há ou não potencial de ganho quando comparado com o preço atual das ações no mercado.

A AT, por sua vez, acredita que toda informação necessária se reflete no preço do ativo. Os gráficos e indicadores são os únicos instrumentos de análise. Com eles, os analistas técnicos tentam captar possíveis alterações na relação demanda x oferta por determinado ativo. As notícias, os fundamentos das empresas, conjuntura política, bem como os indicadores econômicos são desconsiderados. Para os analistas técnicos: “o gráfico desconta tudo!”.

Ambas as técnicas possuem suas vantagens e desvantagens, bem como uma série de limitações e incertezas. Afinal, a análise de ativos busca entender um mercado que não segue uma ciência exata. Toda análise possui uma chance de dar certo, com o ativo indo na direção desejada. Por outro lado, toda probabilidade tem o seu complementar. Por exemplo: a probabilidade de estar “certo” tem como complementar a probabilidade de não estar “certo”. Ainda não inventaram uma ferramenta de análise que acerte em 100% dos casos.

Se o mercado seguisse padrões exatos não haveria a possibilidade de se obter ganhos nele. Antes de se conhecer qualquer tipo de análise de ativos, tem que se ter em mente que perdas, invariavelmente, acontecerão. Por exemplo, uma estratégia com probabilidade de 70% de caminhar na direção desejada tem o seu complementar, que é a probabilidade de não seguir na direção desejada (100% - 70% = 30%), ou seja, de cada 10 operações realizadas, 7 seguirão o caminho esperado e 3 não seguirão, em média. Ter isto em mente é muito importante antes de se entrar no mercado.

Quando o ativo não segue na direção desejada temos que ter um plano B, uma espécie de saída de emergência. Esta saída de emergência é conhecida na AT como Stop Loss ou simplesmente Stop. Assim como as saídas de emergência, que podem salvar vidas em caso de uma fatalidade, o Stop é o que o manterá vivo no mercado, mas este é um assunto para outro artigo.

O essencial é começar a estudar algum tipo de técnica de análise antes de investir em ações. O mercado está cheio de oportunidades e armadilhas. A técnica correta pode ajudá-lo a distinguir o que é oportunidade do que é uma armadilha. Apesar de não ter 100% de acerto, algumas ferramentas de AT podem chegar a ter 75%, suficientes para gerar bons ganhos. As ferramentas são relativamente simples e estão ao alcance de todos que queiram conhecê-las.

No meu próximo post falarei mais a respeito das principais diferenças entre AT e AF, bem como os seus pontos fortes e fracos. Em breve será lançada uma série de artigos descrevendo as bases e as principais ferramentas da AT e a sua aplicabilidade prática no mercado de ações.

Artigo escrito por Gustavo Garcia

Artigos relacionados:

Ações: o que saber antes de investir?
Ações e o “longo prazo”

terça-feira, 15 de março de 2011

Você S/A: Cuidado com os ganhos fáceis na internet


Cuidado com o lobo em pele de cordeiro!
Quando o assunto é investimento, não há mágica. Ganhos impressionantes em curto prazo só tem um significado: fraude!

Para ludibriar os incautos há de tudo: engorda de bois, avestruz, distribuição de serviços de comunicação, moedas internacionais e por aí vai.

Para evitar tais arapucas, é sempre bom estar informado. Nesta excelente reportagem de Bruno Vieira Feijó, para Você S/A, são apresentadas novas armadilhas. Leia a reportagem aqui.

Você S/A: Cuidado com os ganhos fáceis na internet

Cuidado com os ganhos fáceis na internet. Há centenas de sites na web que oferecem rendimentos altíssimos em aplicações de câmbio e commodities. A maioria é golpe
Por Bruno Vieira Feijo, na Você S/A

Link para a reportagem original: http://vocesa.abril.com.br/organize-suas-financas/materia/cuidado-ganhos-523682.shtml

Cuidado com o lobo em pele de cordeiro!

A oferta é tentadora: você aplica 1.000 dólares por meio de uma corretora sediada no exterior e ganha até 5.000 dólares em uma semana. Pelo simples fato de ter aberto uma conta, já terá como crédito um bônus de 200 dólares para começar a brincar no mercado internacional de moedas. Melhor ainda. Ao indicar amigos também interessados em obter rendimentos altos, você ganha um percentual sobre o investimento deles. Não acredita? É só baixar o software e fazer algumas simulações.

O dinheiro rapidamente começa a render e você até se pergunta: afinal, por que o meu gerente no banco não oferece algo parecido? A resposta muitos investidores descobrem apenas quando tentam sacar o saldo disponível: foram vítimas de uma fraude. Não são poucos os internautas à procura de juros atraentes que topam com ofertas sedutoras de dinheiro fácil, envolvendo principalmente o forex (foreign exchange), um tipo de investimento que se faz apostando simultaneamente em moedas estrangeiras, diz Reginaldo Alexandre, presidente da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais de São Paulo (Apimec-SP). O forex tem operações apenas pela internet. E esse é o problema. Há milhares de sites fajutos que se passam por corretoras internacionais, prometendo juros mirabolantes e simulando uma operação aparentemente perfeita.

O investidor acompanha suas aplicações em tempo real e acredita que está ganhando a maior bolada ao acertar, por exemplo, que o dólar da última quinta-feira se desvalorizou em relação ao iene japonês. Os sites chegam a apresentar vídeos explicativos e até uma seleção de notícias de agências de informações como a Reuters. Tudo fachada. Em um dos casos que investigamos a empresa, cujo site dava a impressão de ser de uma corretora de Nova York, era, na verdade, de uma pessoa operando de um notebook a partir de uma residência em uma cidade do interior fluminense, diz José Alexandre Cavalcante Vasco, superintendente de orientação e proteção aos investidores da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão fiscalizador do mercado financeiro, que desde 2.005 detectou mais de 100 arapucas desse tipo no Brasil.

Em que pese os trapaceiros de plantão, o mercado forex existe de verdade. Mas não é recomendado a investidores leigos, apenas aos especializados, como bancos e multinacionais. Na prática, aplicações em forex consistem na compra de uma moeda e a simultânea venda de outra, ou seja, as moedas são negociadas em pares. Digamos dólar e iene. O investidor aposta em qual será a diferença entre a valorização e a desvalorização dessas moedas em determinado momento, diz Fernando Botti, diretor da Atrattore, consultoria de ensino em investimentos, de São Paulo.

A vantagem para um investidor especulativo está em poder negociar com alavancagem, ou seja, tendo apenas uma pequena fração do dinheiro que seria necessário para comercializar as moedas físicas. As margens variam entre as corretoras, mas há aquelas que oferecem até 100:1. Isso significa aplicar 1.000 dólares e apostar 100.000 dólares, diz Fernando Botti. No caso de ganho, em que a moeda escolhida varia, por exemplo, 1 centavo para cima ou para baixo dependendo da aposta feita, o retorno pode atingir mais de 30% ao mês, chegando ao equivalente a 400% ao ano. Nem é preciso dizer o que acontece quando a aposta resulta num movimento contrário ao do mercado.

GANHO FÁCIL NÃO EXISTE

Para confundir ainda mais os incautos, há corretoras que trabalham misturando diferentes investimentos alavancados, além do forex, passando a falsa sensação de que estão diluindo os riscos do investidor ao não concentrar todos os ovos na mesma cesta. No entanto, o que acontece é exatamente o oposto. Apostar em uma mistura de câmbio, ações e derivativos é apostar quase sempre na volatilidade, que nada mais é do que lidar com oscilações bruscas nas cotações, que podem fazer um investidor leigo dormir milionário e acordar falido, diz Reginaldo, da Apimec-SP.

Para começar, muitas dessas operações são negociadas apenas entre corretoras nem todas de boa índole, como se pode observar, fora da plataforma oficial e regulamentada das bolsas de valores. Tecnicamente, é o que se chama de mercado de balcão. O mercado de balcão não é necessariamente ilegal. São as transações realizadas diretamente entre as partes por telefone, sistemas eletrônicos e internet. Não há uma operação centralizada, mas uma rede entre as instituições interessadas, diz José Alexandre, da CVM. O problema é que a maior parte dos investimentos de ganho fácil não existe. O administrador do site simplesmente pega o seu dinheiro e some, ou alega perdas por culpa da má configuração do software por parte do investidor, diz Fernando, da Atrattore.

O internauta pode ainda estar fazendo movimentações ilegais. Isso porque nenhuma corretora brasileira está habilitada a oferecer o forex (pelas regras cambiais do país, não é permitido em algumas circunstâncias remeter recursos para investir em derivativos no exterior). Aproveitando-se disso, corretoras usam estruturas virtuais de paraísos fiscais para traduzir seus sites para diversos idiomas, inclusive português. Além disso, cooptam espécies de representantes locais, que recebem comissões para atrair investidores daquele país com disposição para aplicar dinheiro.

Não é à toa que os fóruns de discussão e redes sociais estão abarrotados de consultores supostamente entendidos oferecendo seus serviços. A dica para quem quer aplicar em forex legítimo ou fugir de aplicações desonestas é verificar se a entidade está apta a operar com autorização das entidades de fiscalização, como CVM e Banco Central, ou similares do país de origem, como a NFA, nos Estados Unidos, diz Reginaldo, da Apimec-SP. Em suma, nunca o velho ditado popular fez tanto sentido: Quando a esmola é grande, o santo desconfia.

INVESTIMENTOS CAÇA-NÍQUEIS

Há várias operações perigosas na internet. Conheça algumas delas:

CFD

O que é: Contracts for difference (contratos por diferenciação). Enquanto o forex especula com moedas, o CFD especula com preço de ações. Se o investidor espera que o preço de uma ação suba, ele compra CFDs baratos. Se a expectativa é de que a ação desça, pode vender CFDs e comprar depois a um preço inferior tudo em questão de horas ou, no máximo, poucos dias. A diferença de preços será o lucro da operação. O risco? Essa atividade não passa pela bolsa de valores.

HYIP

O que é: Do inglês High- Yield Investment Program (algo como Programa de Investimento de Alto Rendimento), uma espécie de Certificado de Depósito Bancário (CDB) fortificado. Começou como programa legítimo de bancos para atrair clientes de alta renda para fundos mais sofisticados. Com o tempo, o termo HYIP foi apropriado por golpistas que aplicam o esquema de pirâmide e prometem ganhos de até 300% ao ano. Obviamente não revelam detalhes sobre a operação, exceto por vagas promessas.

Autosurf, Doubler, GPT ou PTC

O que é: Funcionam de forma parecida: algumas empresas pagam para uma rede de afiliados exibirem suas propagandas em sites. Cada banner visualizado rende alguns centavos. A fraude começa quando alguns programas requerem depósito prévio para entrar num clubinho e instalar o software que o usuário deve abrir todo dia para visualizar uma quantidade de banners. Golpe para anunciantes e internautas.

MML

O que é: As ofertas são do tipo: Invista 75 dólares e ganhe 16.000 dólares ao mês indicando 10 pessoas. Os produtos pelos quais se ganhariam comissões podem ser os mais variados, passando por cartões de crédito a perfumes. Em tese, bastaria seus indicados venderem os produtos e você não precisaria vender nada. Tudo enganação: os produtos não existem e não vão ser entregues a você, nem aos novos vendedores indicados. É só uma pirâmide virtual.

domingo, 13 de março de 2011

Ranking Fundos DI - Fevereiro 2011

Apresentamos o primeiro Ranking de Fundos de Investimento do ABC do Dinheiro! Por se tratar da família de fundos mais popular entre os investidores, escolhemos começar nosso ranking com os fundos referenciados DI. Esses fundos são compostos na sua grande maioria por títulos públicos pós-fixados e por isso são considerados de baixo nível de risco e mais atraentes em um momento de alta da taxa de juros (SELIC).

A rentabilidade dos fundos referenciados DI é fortemente influenciada pelo valor da taxa de administração do fundo. Quanto menor a taxa maior a rentabilidade. Porém, na maioria dos casos o cliente só consegue taxas de administração mais baixas em função do aporte inicial. Quanto maior o aporte inicial menor a taxa de administração. Se a taxa de administração for muito alta pode ser que o fundo referenciado DI tenha sua rentabilidade menor que a poupança ou o Tesouro Direto (como já relatamos no artigo Fundo DI X CDB X Poupança).

Os fundos foram separados por valor de aporte e classificados de acordo com a rentabilidade acumulada nos últimos 24 meses. No ranking de fevereiro/2011 destacamos o resultado do Banco do Brasil, pois aparece como primeiro ou segundo colocado em praticamente todas as faixas de valor de aplicação.

Para a escolha dos fundos de investimento que compõem nosso ranking, selecionamos os bancos de maior abrangência nacional, visando melhor atender nosso público leitor.

Escolha o Banco e o valor da aplicação:

































Bancos pesquisados: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, HSBC, Itaú, Santander e BRB.


Dados obtidos no http://www.portaldoinvestidor.gov.br/.

O período analisado nesse ranking compreendeu os últimos 24 meses, encerrados em fevereiro de 2011.

Essa primeira versão do ranking pode ser visualizada, sem restrições, no Internet Explorer e Opera. Estamos trabalhando para adaptar o ranking aos demais navegadores.
Este material é meramente informativo e não deve ser considerado como recomendação de investimento ou oferta para a aquisição de cotas de fundos ou outros investimentos, nem deve servir como única base para tomada de decisões de investimento. Para avaliação da performance do fundo de investimento, é recomendável uma análise de, no mínimo, 12 (doze) meses. Performance passada não é garantia de rendimentos futuros. Antes de efetuar seus investimentos e para melhor entendimento dos produtos, recomenda-se a leitura cuidadosa dos Regulamentos/Prospectos dos Fundos.
Em caso de dúvida, fale com o seu Gerente de Relacionamento. As aplicações em Fundos de Investimento estão sujeitas a riscos de investimento, incluindo a possibilidade de perda do capital investido e não são garantidas pelos Administradores, pelo seu banco, por qualquer mecanismo de seguro ou ainda pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
Os fundos de Renda Fixa, Multimercados sem renda variável e Multimercados com renda variável, Cambiais, Balanceados e de Renda Variável utilizam estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em significativas perdas patrimoniais para seus cotistas e em alguns casos até consequente aporte adicional de recursos."
Ranking elaborado por Eduardo Jeyson.

NOTA (14/03/2011): o leitor mborges nos alertou que inadivertidamente deixamos de fora de nosso ranking os fundos da família Estilo e Private do Banco do Brasil. Revisamos nossa base de dados e incluímos tais fundos, republicando o ranking na data de hoje.

Análise semanal de 14/3/2011 a 18/3/2011

IMPORTANTE: As análises contidas não devem ser consideradas como recomendações de compra ou venda de ativos, tendo como principal objetivo o aprimoramento e difusão dos conhecimentos de Análise Técnica (AT). O leitor deve ter em mente que ele é o único responsável por suas decisões dentro do mercado, levando sempre em conta o risco inerente a este tipo de operação.