segunda-feira, 11 de abril de 2011
Análise técnica ativos bovespa - semana 11/04/2011 a 15/04/2011
IMPORTANTE: As análises contidas não devem ser consideradas como recomendações de compra ou venda de ativos, tendo como principal objetivo o aprimoramento e difusão dos conhecimentos de Análise Técnica (AT). O leitor deve ter em mente que ele é o único responsável por suas decisões dentro do mercado, levando sempre em conta o risco inerente a este tipo de operação.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Como declarar um LEASING para o leão do Imposto de Renda - IR2011
Como falamos no artigo Como declarar um FINANCIAMENTO para o leão do Imposto de Renda - IR2011 a população brasileira está aproveitando o aumento de renda e o alongamento e queda nas taxas de juros para antecipar a realização de vários sonhos utilizando mecanismos de dívida. Além do financiamento, muito utilizado para compra de bens móveis e imóveis, um outro instrumento utilizado para antecipar consumo, principalmente para bens móveis, são os contratos de leasing. Contudo, quando chega o momento de fazer a Declaração de Imposto de Renda, fica a dúvida, como lançar o contrato de leasing do meu carro?
No arquivo de perguntas e respostas da Receita Federal (pergunta nº 445) fica clara a necessidade de diferenciar o momento de início do contrato e o momento da decisão de compra do bem, como segue:
445 - Como declarar contrato de LEASING de bens móveis?
Para leasing realizado:
a) com opção de compra exercida no final do contrato em 2010, utilize o código relativo ao bem, e:
- na coluna Discriminação, informe os dados do bem e do contratante;
- na coluna Ano de 2009, informe os valores pagos até 31/12/2009, para leasing contratado até 2009, ou, no caso de leasing contratado em 2010, deixe esta coluna em branco;
- na coluna Ano de 2010, informe o valor constante na coluna Ano de 2009, se for o caso, acrescido dos valores pagos em 2010, inclusive o valor residual;
b) em 2010, com opção de compra a ser exercida no final do contrato, utilize o código 96, e:
- na coluna Discriminação, informe os dados do bem, do contratante e o total dos pagamentos efetuados;
- não preencha as colunas Ano de 2009 e Ano de 2010;
c) até 2009, com opção de compra exercida no ato do contrato, utilize o código relativo ao bem, e:
- na coluna Discriminação, informe os dados do bem e do contratante;
- nas colunas Ano de 2009 e Ano de 2010, informe o valor do bem;
- em Dívidas e Ônus Reais, informe nas colunas Ano de 2009 e Ano de 2010, respectivamente, o saldo remanescente da dívida em 31/12/2009 e em 31/12/2010.
d) em 2010, com opção de compra exercida no ato do contrato, utilize o código relativo ao bem, e:
- na coluna Discriminação, informe os dados do bem e do contratante;
- não preencha a coluna Ano de 2009;
- na coluna Ano de 2010, informe o valor do bem;
- em Dívidas e Ônus Reais, informe o valor da dívida na coluna Ano de 2010.
Vejam que o importante é definir o momento da opção da compra, pois até esse momento o bem não faz parte dos BENS E DIRETOS do contribuinte, é apenas uma expectativa de direito.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
G1: Fundo é opção para investir em imóveis sem comprar um: entenda
Muitos leitores tem sugerido que nós falássemos um pouco acerca dos fundos imobiliários. Como não somos especialistas no assunto (ainda), resolvemos pesquisar na rede à procura de um artigo que fosse, ao mesmo tempo, completo e didático.
Encontramos no portal G1 uma excelente reportagem de Ligia Guimarães, que recomendamos. Para ler o artigo direto na fonte, clique aqui.
Boa leitura!
G1: Fundo é opção para investir em imóveis sem comprar um: entenda
Muitos leitores tem sugerido que nós falássemos um pouco acerca dos fundos imobiliários. Como não somos especialistas no assunto (ainda), resolvemos pesquisar na rede à procura de um artigo que fosse, ao mesmo tempo, completo e didático. Encontramos no portal G1 uma excelente reportagem de Ligia Guimarães. Boa leitura!
Fundo é opção para investir em imóveis sem comprar um: entenda
Em 2010, novos fundos imobiliários já somam R$ 1,029 bilhão. Para economista, investimento ainda é difícil encontrar compradores.
Ligia Guimarães Do G1, em São Paulo
Reportagem original em: http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/06/fundo-e-opcao-para-investir-em-imoveis-sem-comprar-um-entenda.html
| Fachada do shopping Higienópolis, exemplo bem-sucedido de fundo imobiliário. (Foto: Divulgação) |
A forte procura por imóveis no mercado brasileiro, que atrai investidores e impulsiona o aumento dos preços de empreendimentos em todo o país, favorece também a propagação dos fundos imobiliários. A aplicação é considerada por alguns economistas uma alternativa para quem deseja aproveitar o bom momento do mercado mas não tem dinheiro para comprar uma casa ou apartamento, por exemplo.
Dados reunidos pelo Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) indicam que dez novos fundos imobiliários chegaram ao mercado em 2010, em lançamentos que somaram R$ 1,029 bilhão até maio. O montante é bem maior que os R$ 561 milhões que os fundos imobiliários representaram no Brasil em 2008, e deve superar a soma de R$ 2,878 bilhões que o segmento registrou em lançamentos no ano passado, quando houve a criação de 23 novos fundos no total.
“Este ano o lançamento de novos fundos no mercado deve superar os números de 2009, há uma demanda boa tanto de empresas quanto de pessoas físicas”, estima o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci.
Há, de acordo com o Secovi, 34 fundos imobiliários listados atualmente na Bovespa, totalizando R$ 4,9 bilhões e com distribuição entre mercado de escritórios (40%), shopping centers (30%) e pulverização dos demais.
Cuidados e longo prazo
Especialistas consultados pelo G1, no entanto, alertam: o fundo imobiliário pode ser considerado opção de investimento viável para quem procura retorno no longo prazo, desde que o poupador faça o “dever de casa” de pesquisa sobre os gestores do fundo e planeje cuidadosamente o montante a ser investido.
"É preciso saber quem é o dono do fundo, de onde virá a renda. Por exemplo: a Petrobras vai alugar o prédio? Bom sinal. O prédio será em Xiririca da Serra e só depois vão achar um locatário? Mais risco", ensina o professor professor Sílvio Paixão, da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), que destaca que é preciso definir um percentual a ser investido. "É investimento de longo prazo: para quem só vai pensar nele daqui a um, dois anos, no mínimo", diz.
Saída difícil
Tanto planejamento e cuidado são necessários porque os fundos imobiliários são do tipo fechados, ou seja: quem entra só pode sair depois de vender a cota, como se fosse uma ação, na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), como explica o consultor Sérgio Belleza Filho.
"Não é um fundo aberto como renda fixa, que você resgata quando quer sair. É fechado, então se você quer o dinheiro de volta tem que mandar vender suas cotas, como se fosse a ação de uma empresa", diz Belleza.
O G1 conversou com economistas do setor e especialistas em finanças pessoais, que explicaram como funciona o investimento e os cuidados que você deve tomar antes de decidir se vale ou não apena colocar dinheiro em um dundo imobiliário. Confira:
| SAIBA MAIS SOBRE OS FUNDOS IMOBILIÁRIOS |
|---|
| Fonte:economistas Sérgio Belleza, William Eid, Sílvio Paixão. | |
O que são os fundos imobiliários? São grupos de investimento formados por investidores que têm o objetivo de aplicar dinheiro em todo tipo de negócios da base imobiliária: desde o desenvolvimento de empreendimentos imobiliários até imóveis prontos. Tem que ser administrado por uma instituição financeira. O empreendimento ou parte dele é construído com o dinheiro dos investidores: opções com flats, shoppings, hospitais e prédios comerciais são maioria. O rendimento para o investidor pode vir do pagamento de aluguéis ou da simples valorização da cota comprada por cada participante do fundo. | |
| Como investir em um fundo? Atualmente, há 34 opções de fundos imobiliários listados na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) (Veja a lista aqui). Quem quiser investir deve procurar uma corretora de confiança e se informar sobre qual a história, objetivos, rentabilidade e gestores de cada fundo. | |
| Depois de quanto tempo dá para resgatar o dinheiro? Para sair de um fundo, não há tempo mínimo definido: é preciso, no entanto, vender a cota que você comprou, o que é feito na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Um fundo imobiliário é bastante semelhante a uma empresa de capital aberto, com seus acionistas, aumentos de capital, assembléias, distribuições de resultado etc. | |
| Quais as vantagens dos fundos imobiliários? Pessoas físicas que tiverem menos do que 10% das cotas de um fundo imobiliário têm isenção do Imposto de Renda sobre os ganhos, desde que o fundo tenha, no mínimo, 50 cotistas. | |
| Quais as desvantagens? Para o professor da Fundação Getúlio Vargas, William Eid, a escassez de compradores e a baixa diversificação ainda fazem do fundo uma opção pouco atraente para a pessoa física. "A maioria dos fundos investe em um só empreendimento, então o ganho depende integralmente do sucesso dele. Além disso ainda não tem mercado para vender quando você quer sair. Há outras opções melhores para a classe média", diz Eid. | |
Os fundos imobiliários são rentáveis? Há riscos como todo investimento. O caso mais emblemático de sucesso de um fundo é o do Shopping Higienópolis, que detém 25% do capital do empreendimento e cujo valor da cota subiu de R$ 100 no lançamento, em 2007, para R$ 372 em maio deste ano. "Esse é fácil de vender, porque o shopping já funciona e deu certo. Mas há risco, há muitos outros que foram micos", alerta William Eid. 'O consultor Sérgio Belleza, da Fundo imobiliário Consultoria de investimentos, discorda. "Pelo contrário, há muita demanda para se vender fundos imobiliários, pois estamos atravessando o melhor ano de todos em colocação de fundos imobiliários", diz Belleza. Como exemplos de aplicações bem -sucedidas no setor, ele cita o fundo Shopping Higienópolis, que acumula alta de 30% nos ultimos 12 meses, e o Hotel Maxinvest, que aplica seus recursos na aquisição de flats na cidade de São Paulo e subiu 38% nos ultimos 12 meses.' | |
domingo, 3 de abril de 2011
Análise técnica ativos bovespa - semana 04 de abril a 08 abril de 2011
IMPORTANTE: As análises contidas não devem ser consideradas como recomendações de compra ou venda de ativos, tendo como principal objetivo o aprimoramento e difusão dos conhecimentos de Análise Técnica (AT). O leitor deve ter em mente que ele é o único responsável por suas decisões dentro do mercado, levando sempre em conta o risco inerente a este tipo de operação.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Reajuste de aluguel - abril de 2011
| Calculadora: reajuste de aluguel |
A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou nesta semana o IGP-M de março de 2011 (0,62%). Com esse resultado, o IGP-M acumula alta de 10,95% nos últimos doze meses.
Por se tratar do principal índice utilizado no reajuste do aluguel, o ABC do Dinheiro mantém na página Calculadoras uma ferramenta para auxiliar no cálculo do reajuste do seu aluguel, caso você tenha um contrato com vencimento em abril de 2011. Aproveite!
quarta-feira, 30 de março de 2011
Livro: Seu Imóvel: Como Comprar Bem
LIVRO - SEU IMÓVEL: COMO COMPRAR BEM
Mauro Halfeld
Comentário: a compra de um imóvel é, quase sempre, a mais importante e dispendiosa decisão financeira que um indivíduo ou uma família pode tomar ao longo de toda sua vida. Não é raro encontrarmos famílias cuja renda é comprometida em parte com o pagamento de um aluguel ou a amortização de um financiamento imobiliário. Entretanto, apesar de sua importância, muitas vezes a compra do imóvel é conduzida pela emoção de momento, não sendo precedida por uma cautelosa e criteriosa avaliação.
O mercado imobiliário brasileiro vive uma época de euforia. Nunca se viu tantos lançamentos imobiliários ao mesmo tempo, tanto recurso disponível para financiamento imobiliário, tantas empresas de construção civil listadas em bolsa de valores etc. Mas, é em momentos assim que devemos redobrar nossos cuidados, pois, tanta geração de riqueza proporciona o aparecimento de oportunistas (maus corretores, empresas inidôneas etc.). Portanto, nada melhor que um guia, com importantes conselhos para nortear nossas decisões.
O livro do professor Mauro Halfeld vem para auxiliar aqueles que pretendem um dia comprar um imóvel, seja para morar ou apenas como investimento. Demonstra as vantagens e desvantagens do investimento em salas e escritórios, lojas de rua, lojas de shopping, vagas de garagem, residências, flats, lofts, terrenos, imóveis na planta, construção de imóveis e imóveis para lazer. Traz também uma seção dedicada a equacionar financeiramente a compra de um imóvel. Por fim, o livro apresenta de forma sintética os cuidados que devemos tomar na compra de um imóvel.
De leitura fácil, o livro serve como guia para nortear aos futuros compradores. Eu recomendo!
Sobre o autor:
Pós-doutorado no Massachusetts Institute of Technology (MIT) E COM MAIS DE VINTE ANOS DE EXPERIÊNCIA NO MERCADO FINANCEIRO NACIONAL. Ex-Professor Doutor na Escola Politécnica e da Faculdade de Economia e Administração da USP, Mauro é Professor Titular na Universidade Federal do Paraná, em Curitiba.
Autor dos livros Investimentos: como administrar melhor seu dinheiro, Seu dinheiro e Patrimônio: para você ganhar mais e viver melhor.
Mauro Halfeld é colunista da Revista ÉPOCA e da Rádio CBN (às 8h02 e às 18h02, em rede nacional). É reconhecido pela sua grande criatividade e capacidade didática ao tratar temas de economia e de finanças pessoais.
Ficha cadastral:
Título Seu imóvel: como comprar bem
Autor: Halfeld, Mauro
Editora: Fundamento
ISBN: 9788576763741
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Edição: 2ª
Ano: 2008
Comentário escrito por Flávio Girão Guimarães.
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